Como desativar a permisão do windows vista

Abril 1, 2009

Salve, salve  amigos leitores do interformação atualizei meu xp para vista ultimate e me deparei com um problema chato que é a tela de permissão do windows vista

imagem_uac_prompt1

então um amigo me deu a dica desabilitar o UAC que é simplesmente Controle de conta de usuário (UAC) é um novo componente de segurança do Windows Vista. O UAC permite aos usuários executar tarefas diárias comuns como não-administradores. Esses usuários são chamados de usuários padrão no Windows Vista. Contas de usuário que são membros do grupo Administradores local serão executar a maioria dos aplicativos usando o princípio do “privilégio mínimo”. Nesse cenário, os usuários com menos privilégios têm direitos que se assemelhem os direitos de uma conta de usuário padrão. No entanto, quando um membro do grupo Administradores local tem que executar uma tarefa que exige direitos de administrador, o Windows Vista solicita automaticamente o usuário para aprovação.

então caros leitores vou ensinalos a desablita-lo vai no painel de controle e digite na barra de pesquisa UAC e o vista já te dá a opção desabilitaro UAC veja na imagem abaixo

UAC

ai desmarque a opção “Utilizar o controle de conta de usário (uac) para ajudar para ajudar a proteger o computador

  • OBS: desabilitando o uac seu windows estára vulneravel mais acho que isso é besteira da micrsoft é só você saber configurar direito

Mais informações no site www.interformacao.hbe.com.br atualizado semanalmente


Site interformação está de volta

Março 31, 2009

Salve, salve amigos leitores do interformação vocês sabiam que o blog interformação tem um site?

www.interormacao.hbe.com.br o site estava parado e desatualizado mais agora voltou com muitas informações e novidades confiram e se você quiser patrocinar temos ótimos planos para divulgar sua empresa acessem já www.interormacao.hbe.com.br


Imagens que acessam a Internet no celular

Março 25, 2009
Imagens que acessam a Internet no celular

Cansado de digitar endereços? Com os códigos 2D, basta enquadrar uma imagem na câmera do celular para acessar conteúdos online. Descubra como

Rio – A revolução do hiperlink para a Internet móvel, que já é mania em países como o Japão e promete virar rotina no seu celular muito em breve. A idéia é tão simples quanto genial: ao invés de digitar um endereço (URL) no celular, bastará apontá-lo para uma imagem, que será interpretada como um endereço na Internet.

A tecnologia por trás da “mágica” se chama código 2D (ou mobile tag), e usa o mesmo princípio do código de barras que existe em qualquer pacote de biscoito. No supermercado, o pacote de biscoito passa por um feixe de luz e um programa interpreta o código de barras, revelando seu preço. No caso do código 2D, o desenho é analisado pela câmera do celular que, com a ajuda de um programa especial, converte a imagem num link para algum conteúdo online. Que pode ser um site, um vídeo, uma mensagem de voz, ou o que a imaginação for capaz de inventar.
Criado em 1994 pela japonesa Denso-Wave, o QR Code (sigla do inglês para código de resposta rápida) é o mais amplamente difundido código 2D, embora não seja o único. A lista inclui formatos como Datamatrix, Flash Tag, Microsoft Tag, entre outros.

Uma das vantagens do QR Code é não ser proprietário, assim como o Datamatrix, ou seja, não é preciso pagar para criar as imagens. Há vários sites na Internet que geram links QR Code de graça. Entre os programas leitores também há versões gratuitas para o usuário final, como o I-nigma.

Para interpretar as imagens, o celular precisa de um programa leitor. Se o celular não sair de fábrica com esse aplicativo, como o N95 e o E71, o usuário precisará baixá-lo.

No Brasil, a Trevisan Tecnologia licencia o I-nigma, que é gratuito para o usuário. Segundo o diretor comercial Vinícius Vasconcelos, o leitor está em 60 milhões de aparelhos no mundo e é compatível com 250 modelos. No Brasil já são 20 mil usuários. “Queremos chegar a 500 mil este ano já que 45% dos celulares no País são compatíveis”, explica.

A tecnologia não funciona em todos os celulares com câmera, mas é compatível com muitos modelos.

Na lanche e na lápide

Quando surgiu nos anos 90, o código 2D foi usado em fábricas de automóveis para identificar a ordem de montagem de placas de aço. Hoje, tudo o que estiver online pode ser associado a um código 2D: sites, vídeos, mensagens de voz, textos. No Japão, onde o QR Code e similares são mania nacional, eles estão por toda parte.

Uma rede de lanchonetes, por exemplo, imprime códigos 2D nas embalagens dos alimentos. Ao apontar o celular para a imagem, o consumidor recebe informações sobre o valor nutricional do alimento. Segundo Marcelo Castelo, diretor da agência digital F.Biz e autor do blog mobilepedia.com.br, o caso mais curioso que ele teve notícia foi um cemitério japonês que usou QR Codes nas lápides. O link levava a um site para celular com a biografia do falecido.

mais informações no site doRio – A revolução do hiperlink para a Internet móvel, que já é mania em países como o Japão e promete virar rotina no seu celular muito em breve. A idéia é tão simples quanto genial: ao invés de digitar um endereço (URL) no celular, bastará apontá-lo para uma imagem, que será interpretada como um endereço na Internet.

A tecnologia por trás da “mágica” se chama código 2D (ou mobile tag), e usa o mesmo princípio do código de barras que existe em qualquer pacote de biscoito. No supermercado, o pacote de biscoito passa por um feixe de luz e um programa interpreta o código de barras, revelando seu preço. No caso do código 2D, o desenho é analisado pela câmera do celular que, com a ajuda de um programa especial, converte a imagem num link para algum conteúdo online. Que pode ser um site, um vídeo, uma mensagem de voz, ou o que a imaginação for capaz de inventar.
Criado em 1994 pela japonesa Denso-Wave, o QR Code (sigla do inglês para código de resposta rápida) é o mais amplamente difundido código 2D, embora não seja o único. A lista inclui formatos como Datamatrix, Flash Tag, Microsoft Tag, entre outros.

Uma das vantagens do QR Code é não ser proprietário, assim como o Datamatrix, ou seja, não é preciso pagar para criar as imagens. Há vários sites na Internet que geram links QR Code de graça. Entre os programas leitores também há versões gratuitas para o usuário final, como o I-nigma.

Para interpretar as imagens, o celular precisa de um programa leitor. Se o celular não sair de fábrica com esse aplicativo, como o N95 e o E71, o usuário precisará baixá-lo.

No Brasil, a Trevisan Tecnologia licencia o I-nigma, que é gratuito para o usuário. Segundo o diretor comercial Vinícius Vasconcelos, o leitor está em 60 milhões de aparelhos no mundo e é compatível com 250 modelos. No Brasil já são 20 mil usuários. “Queremos chegar a 500 mil este ano já que 45% dos celulares no País são compatíveis”, explica.

A tecnologia não funciona em todos os celulares com câmera, mas é compatível com muitos modelos.

Na lanche e na lápide

Quando surgiu nos anos 90, o código 2D foi usado em fábricas de automóveis para identificar a ordem de montagem de placas de aço. Hoje, tudo o que estiver online pode ser associado a um código 2D: sites, vídeos, mensagens de voz, textos. No Japão, onde o QR Code e similares são mania nacional, eles estão por toda parte.

Uma rede de lanchonetes, por exemplo, imprime códigos 2D nas embalagens dos alimentos. Ao apontar o celular para a imagem, o consumidor recebe informações sobre o valor nutricional do alimento. Segundo Marcelo Castelo, diretor da agência digital F.Biz e autor do blog mobilepedia.com.br, o caso mais curioso que ele teve notícia foi um cemitério japonês que usou QR Codes nas lápides. O link levava a um site para celular com a biografia do falecido.

mais informações no site do interformação com muitas novidades


iPhone 3.0 já pode ser desbloqueado

Março 20, 2009

Fonte: Adnew

Telefone

De acordo com o iPhone Dev-Team, já é possível destravar o iPhone 3.0, a nova versão do sistema operacional da Apple. Entretanto, o grupo alertou que é preciso aguardar um pouco antes de fazer alguma atualização.

A equipe afirmou que já instalou o Yellowsn0w, que libera o iPhone 3G para qualquer operadora.

As pessoas que realizarem esse procedimento não poderão mais instalar o Yellowsn0w, porque não será possível restaurar o baseband para a versão suportada pelo software de desbloqueio.

Já os hackers procuram encontrar uma solução para ajudar os usuários de aparelhos desbloqueados a utilizarem as novas funções do iPhone 3.0.

mais informações no site www.interformacao.hbe.com.b


Como são capturadas e desenvolvidas as imagens e rotas das cidades que aparecerão em aplicativos de celulares e GPS portáteis

Março 12, 2009

GPS

Quando pega um celular ou um aparelho de navegação portátil e aciona a função GPS – que, além de posicioná-lo geograficamente, vai fornecer rotas para chegada ao destino final – um cidadão pode ter a impressão de que está lidando apenas com um software que tira partido de imagens geradas por satélites espalhados ao redor do planeta. Mal sabe ele que, por detrás de todos os mapas, pessoas de carne e osso foram responsáveis por registrar cada caminho. Ali, in loco, faça sol, faça chuva…

A captura e a digitalização de rotas, assim como o reconhecimento de todas as vias que compõem uma cidade, normalmente são feitas por cartógrafos e geógrafos que recebem a incumbência de dirigir pelas cidades em busca do registro visual das ruas, avenidas e pontos de interesse (os chamados POIs, famosos no mundo do GPS), tais como restaurantes, hotéis, postos de gasolina, órgãos públicos etc.

Para mostrar como funciona o trabalho em campo destes profissionais que constroem mapas digitais, a Navteq convidou a imprensa para um Ride & Drive, algo como “um percurso dirigido”, comandado por profissionais da empresa incumbidos de digitalizar as informações da cidade de Manaus, assim como já foi feito em milhares de outras cidades no mundo.

No Brasil, 1.259 cidades já foram “dirigidas” e têm mapas atualizados trimestralmente disponíveis em celulares e aparelhos GPS portáteis. Destas, 823 já estão presentes no aplicativo Nokia Mapas, cliente da Navteq, assim como outras concorrentes da própria Nokia.

Segundo Helder de Azevedo, diretor-geral da Navteq no Brasil (braço da empresa comprada pela Nokia em 2007), a cada dia cem milhões de pessoas usam um mapa Navteq de alguma forma – seja através do celular ou de navegadores GPS portáteis, mapas na internet ou por meio de sistemas empresariais e corporativos. Com a chegada dos smartphones, a empresa ganhou um leque muito maior de dispositivos para invadir e o interesse pela digitalização de uma quantidade infinitamente maior de cidades.

- Há muitos desafios, como as limitações das fontes de informação, a variação de qualidade destas e a necessidade, por conta disso, de um time de campo muito maior – diz Helder.

Hoje, a Navteq tem 196 escritórios espalhados por 36 países, com mais de quatro mil funcionários, sendo que 25% destes têm como função construir e manter mapas digitais, usando uma especificação global que permite que qualquer funcionário da empresa, em qualquer lugar do mundo, possa acessar o mapa e fazer atualizações e modificações.

O mapa digital começa a ser construído no momento em que a Navteq decide digitalizar uma cidade e faz contato com autoridades locais. Mais de 80 mil fontes de mapas já foram consultadas pela empresa, tais como registros em prefeituras, fotos geradas por satélites, mapas físicos e por aí vai. De posse das informações-base, é feita a coleta e verificação dos dados e consequente validação das informações. É aí que uma primeira versão do mapa é gerada e publicada.

É nesta versão que o time de campo fará as devidas modificações. De três em três meses, os técnicos saem a campo para verificar mudanças de trânsito, aparecimento de novas vias, variações nas mãos de ruas e avenidas e toda uma sorte de novas informações.

Só para se ter uma ideia do trabalho que dá, um mapa digital pode ter até 260 atributos, tais como sentidos de direção, faixas de rolagem, velocidade máxima, cruzamento em nível, numeração lado par e lado ímpar, presença de pontos de interesse etc.

- Ao contrário do vinho, que fica melhor com o tempo, um mapa só piora. Porque as cidades são criaturas vivas – diz Helder.

Além de serem vivas, as cidades têm peculiaridades que precisam ser observadas pelo time de campo. Helder cita o exemplo do Rio de Janeiro e a imensa quantidade de favelas. O desafio da empresa é não rotear o usuário até um local de alta periculosidade. O que fazer? Aqui, o conhecimento local é fundamental. A saída? Classificar, no mapa da cidade do Rio, as favelas como áreas de baixa mobilidade.

Desta forma, quando se aproxima de uma região dessas, o usuário recebe a orientação de contornar a área, ou seja, o GPS é capaz de recalcular o caminho de forma a tirar o usuário da rota perigosa. É claro que se o usuário definir a favela como ponto final, ou seja, se ele insere no GPS o destino “rua tal na favela tal”, o GPS oferecerá a rota, mas uma área perigosa nunca vai aparecer como meio para se chegar a um fim.

Os técnicos da Navteq contam com uma antena GPS instalada em cima do veículo, que fornece o mapa básico da cidade visitada e que terá seu mapa digitalizado. No colo, vai um notebook conectado ao GPS e um tablet da marca Wacon. O especialista usa a “canetinha” do tablet para inserir os atributos que vai, visualmente, encontrando pelo caminho. Um detalhe interessante: mesmo que se perca em alguma localidade, o técnico nunca vai pedir informações de transeuntes e usá-las para a definição de rotas – só informações públicas são reproduzidas no mapa digital.

Dentro do mapa básico, o técnico insere no tablet os pontos de interesse, cruzamentos, retornos, placas de velocidade, ruas transversais e quaisquer outras informações que possam ser relevantes para quem for usar o mapa. Outra precaução é o uso de uma câmera de vídeo, que grava todo o percurso. O objetivo, explica Danilo Kulaif, analista da Navteq e cartógrafo de formação, é manter um registro que possa ser consultado mais tarde em caso de dúvida – isso evita que o técnico precise pegar um avião para confirmar o dado.

Dentro do programa que roda no notebook, o técnico tem à disposição uma série de ícones, cada um representando um atributo que possa vir a afetar a navegação. Quanto maior a cidade, mais complexo será o trabalho, uma vez que os pontos de interesse são mais numerosos.

Dentro das cidades, há uma hierarquização – eixos maiores, por exemplo, são considerados mais importantes, e os técnicos chegam a dirigir várias vezes por eles até captar todas as informações. Já as ruas são classificadas em cinco categorias, sendo a cinco a menos importante e a um, a mais valiosa. O número de atributos, no entanto, será coletado da mesma forma em grandes avenidas ou ruas pequenas. Dentro das cidades ainda há áreas consideradas fechadas, como condomínios e zonas militares. Assim, o usuário nunca receberá uma rota que tenha esses locais como destinos. Ah sim: ruas que não tenham sinalização pública (como placas) não são inseridas, já que não se pode garantir suas direções.

- É preciso entender como funciona a rede viária da cidade e ao dirigir recriamos a classificação viária destas cidades. A lógica de campo é anotar tudo – diz Danilo.

Por fim, há de se deixar claro que o uso do GPS compreende três aplicações – o mapa, que é construído pela Navteq (e por outras empresas do mesmo segmento), o hardware (que pode ser celular ou aparelho GPS portátil) e a aplicação que roda nos dispositivos que chegarão às mãos dos usuários, como o Nokia Mapas.

- A gente cria as informações, mas é o programa (Nokia Mapas) que vai ler as informações para decidir o melhor caminho a ser indicado para o usuário – complementa Danilo.

Um técnico chega a passar sete horas por dia dirigindo por uma cidade como Manaus, cujo mapa digital, diz a Navteq, levará três semanas para ficar pronto.

Fonte: jornal oglobo


Verme de verdade provoca superaquecimento em PC

Março 3, 2009

26_lap1Salve, salve amigos do interformação, estava lendo essa notícia no terra e achei engraçado, mais também serve para deixar você caro leitor do interformação em alerta para você que não tem cuidado com seus equipamentos leia a reportagem abaixo.

Após entrar no aparelho, uma minhoca (earthworm, na tradução) causou uma pane séria num laptop no Reino Unido. O trocadilho fica melhor em inglês, já que worm significa tanto verme como um programa auto-replicante que infecta computadores.

Segundo o site Engadget, Mark Talyor, 45 anos, de Somerset, viu seu antigo laptop parar de funcionar de uma hora para outra. Ao levar o equipamento a uma assistência, foi constatado que uma minhoca havia provocado todo o problema. Ela havia sido capturada pelo ventilador do PC de Taylor e travou seu motor.

Com a morte do bichinho, o computador passou a mostrar um aviso dizendo que o ventilador estava inoperante. Com isso, houve superaquecimento no laptop, que parou de funcionar. “Eu retirei a traseira do computador e dei uma olhada dentro. À primeira vista, pensei que o que vi fosse alguma espécie de elástico de cabelo enrolado no ventilador”, relatou Sam Robinson, 28, técnico que inspecionou o PC de Taylor.

“Logo descobri que era uma minhoca que tinha se enrolado nas pás do ventilador, se esfarelando no local. Ela travou o movimento da ventoinha quando alguém ligou o aparelho e causou seu desligamento”, disse ao site Telegraph.

Taylor afirmou que a minhoca pode ter sido trazida à sua mesa por seus gatos, que costumam se divertir caçando bichinhos e levando-os para dentro de casa. Já o site Tech.blorgue ironiza, também numa piada que só faz sentido em inglês: “teria sido mais engraçado ainda se o computador fosse da Apple”.

Vermes e baratas
O acidente remete ao primeiro “bug” (inseto, na tradução) para computadores. O nome bug foi popularizado nos anos 50 pela Almirante Grace Hopper, da Marinha dos Estados Unidos, que foi uma das poucas mulheres a programar (e não apenas operar) computadores na primeira metade do século XX.

Hopper, entre muitas outras façanhas, integrou a comissão CODASYL, que desenvolveu, a partir de 1965, a linguagem comercial de programação COBOL, usada até hoje por bancos e grandes empresas. Carinhosamente chamada de “Amazing Grace”, ela é considerada heroína nacional e há até um navio de guerra com seu nome, o USS Hopper.

O “bug” da Almirante Hopper não era uma falha no código do programa e sim uma mariposa que havia ficado presa entre os contatos de um dos relés do computador Mark II, da Universidade de Harvard. O termo “debugging” (em português, “desinsetização”) é inteiramente atribuído a ela.

Então caros amigos leitores do interformação muito cuidado com seus equipamentos.

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O que fazer para passar o carnaval?

Fevereiro 23, 2009

salve, salve amigos!
Hoje carnaval, eu de plantão no meu trabalho sem ter nada pra fazer acredito eu que alguns amigos leitores também não tenham o que fazer nesse carnaval, trago idéias para amigos leitores que é baixar filmes que estão em cartas nos cinemas, livros que estão nas livrarias, tudo isso com a facilidade da internet. Como? Simples hoje existem diversos fóruns de filmes programas e revistas espalhadas pelo WWW esses fóruns disponibilizam através de links hospedados pelos seus próprios usuários filmes, revistas entre outros, eu gosto de ir ao cinema mais como meu salário é pouco recorro aos fóruns de downloads para me distrair com um bom livro ou revista às vezes CDs ou DVDs que ainda nem forma lançadas mais já estão na web, não quero fazer nenhuma apologia a pirataria mais no Brasil diversão é muito cara então caros amigos procure por “downloads de filmes, revistas CDs” entre outros no Google e divirtam-se

uma dica:
cpturbo – forun de filmes, progamas, CDs, DVDs, Revistas entre outras precisa de convite pra entrar.

de graça é mais gostoso – foruns com várias coisas de graça pra você baixar

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