Imagens que acessam a Internet no celular

Março 25, 2009
Imagens que acessam a Internet no celular

Cansado de digitar endereços? Com os códigos 2D, basta enquadrar uma imagem na câmera do celular para acessar conteúdos online. Descubra como

Rio – A revolução do hiperlink para a Internet móvel, que já é mania em países como o Japão e promete virar rotina no seu celular muito em breve. A idéia é tão simples quanto genial: ao invés de digitar um endereço (URL) no celular, bastará apontá-lo para uma imagem, que será interpretada como um endereço na Internet.

A tecnologia por trás da “mágica” se chama código 2D (ou mobile tag), e usa o mesmo princípio do código de barras que existe em qualquer pacote de biscoito. No supermercado, o pacote de biscoito passa por um feixe de luz e um programa interpreta o código de barras, revelando seu preço. No caso do código 2D, o desenho é analisado pela câmera do celular que, com a ajuda de um programa especial, converte a imagem num link para algum conteúdo online. Que pode ser um site, um vídeo, uma mensagem de voz, ou o que a imaginação for capaz de inventar.
Criado em 1994 pela japonesa Denso-Wave, o QR Code (sigla do inglês para código de resposta rápida) é o mais amplamente difundido código 2D, embora não seja o único. A lista inclui formatos como Datamatrix, Flash Tag, Microsoft Tag, entre outros.

Uma das vantagens do QR Code é não ser proprietário, assim como o Datamatrix, ou seja, não é preciso pagar para criar as imagens. Há vários sites na Internet que geram links QR Code de graça. Entre os programas leitores também há versões gratuitas para o usuário final, como o I-nigma.

Para interpretar as imagens, o celular precisa de um programa leitor. Se o celular não sair de fábrica com esse aplicativo, como o N95 e o E71, o usuário precisará baixá-lo.

No Brasil, a Trevisan Tecnologia licencia o I-nigma, que é gratuito para o usuário. Segundo o diretor comercial Vinícius Vasconcelos, o leitor está em 60 milhões de aparelhos no mundo e é compatível com 250 modelos. No Brasil já são 20 mil usuários. “Queremos chegar a 500 mil este ano já que 45% dos celulares no País são compatíveis”, explica.

A tecnologia não funciona em todos os celulares com câmera, mas é compatível com muitos modelos.

Na lanche e na lápide

Quando surgiu nos anos 90, o código 2D foi usado em fábricas de automóveis para identificar a ordem de montagem de placas de aço. Hoje, tudo o que estiver online pode ser associado a um código 2D: sites, vídeos, mensagens de voz, textos. No Japão, onde o QR Code e similares são mania nacional, eles estão por toda parte.

Uma rede de lanchonetes, por exemplo, imprime códigos 2D nas embalagens dos alimentos. Ao apontar o celular para a imagem, o consumidor recebe informações sobre o valor nutricional do alimento. Segundo Marcelo Castelo, diretor da agência digital F.Biz e autor do blog mobilepedia.com.br, o caso mais curioso que ele teve notícia foi um cemitério japonês que usou QR Codes nas lápides. O link levava a um site para celular com a biografia do falecido.

mais informações no site doRio – A revolução do hiperlink para a Internet móvel, que já é mania em países como o Japão e promete virar rotina no seu celular muito em breve. A idéia é tão simples quanto genial: ao invés de digitar um endereço (URL) no celular, bastará apontá-lo para uma imagem, que será interpretada como um endereço na Internet.

A tecnologia por trás da “mágica” se chama código 2D (ou mobile tag), e usa o mesmo princípio do código de barras que existe em qualquer pacote de biscoito. No supermercado, o pacote de biscoito passa por um feixe de luz e um programa interpreta o código de barras, revelando seu preço. No caso do código 2D, o desenho é analisado pela câmera do celular que, com a ajuda de um programa especial, converte a imagem num link para algum conteúdo online. Que pode ser um site, um vídeo, uma mensagem de voz, ou o que a imaginação for capaz de inventar.
Criado em 1994 pela japonesa Denso-Wave, o QR Code (sigla do inglês para código de resposta rápida) é o mais amplamente difundido código 2D, embora não seja o único. A lista inclui formatos como Datamatrix, Flash Tag, Microsoft Tag, entre outros.

Uma das vantagens do QR Code é não ser proprietário, assim como o Datamatrix, ou seja, não é preciso pagar para criar as imagens. Há vários sites na Internet que geram links QR Code de graça. Entre os programas leitores também há versões gratuitas para o usuário final, como o I-nigma.

Para interpretar as imagens, o celular precisa de um programa leitor. Se o celular não sair de fábrica com esse aplicativo, como o N95 e o E71, o usuário precisará baixá-lo.

No Brasil, a Trevisan Tecnologia licencia o I-nigma, que é gratuito para o usuário. Segundo o diretor comercial Vinícius Vasconcelos, o leitor está em 60 milhões de aparelhos no mundo e é compatível com 250 modelos. No Brasil já são 20 mil usuários. “Queremos chegar a 500 mil este ano já que 45% dos celulares no País são compatíveis”, explica.

A tecnologia não funciona em todos os celulares com câmera, mas é compatível com muitos modelos.

Na lanche e na lápide

Quando surgiu nos anos 90, o código 2D foi usado em fábricas de automóveis para identificar a ordem de montagem de placas de aço. Hoje, tudo o que estiver online pode ser associado a um código 2D: sites, vídeos, mensagens de voz, textos. No Japão, onde o QR Code e similares são mania nacional, eles estão por toda parte.

Uma rede de lanchonetes, por exemplo, imprime códigos 2D nas embalagens dos alimentos. Ao apontar o celular para a imagem, o consumidor recebe informações sobre o valor nutricional do alimento. Segundo Marcelo Castelo, diretor da agência digital F.Biz e autor do blog mobilepedia.com.br, o caso mais curioso que ele teve notícia foi um cemitério japonês que usou QR Codes nas lápides. O link levava a um site para celular com a biografia do falecido.

mais informações no site do interformação com muitas novidades


iPhone 3.0 já pode ser desbloqueado

Março 20, 2009

Fonte: Adnew

Telefone

De acordo com o iPhone Dev-Team, já é possível destravar o iPhone 3.0, a nova versão do sistema operacional da Apple. Entretanto, o grupo alertou que é preciso aguardar um pouco antes de fazer alguma atualização.

A equipe afirmou que já instalou o Yellowsn0w, que libera o iPhone 3G para qualquer operadora.

As pessoas que realizarem esse procedimento não poderão mais instalar o Yellowsn0w, porque não será possível restaurar o baseband para a versão suportada pelo software de desbloqueio.

Já os hackers procuram encontrar uma solução para ajudar os usuários de aparelhos desbloqueados a utilizarem as novas funções do iPhone 3.0.

mais informações no site www.interformacao.hbe.com.b


Como são capturadas e desenvolvidas as imagens e rotas das cidades que aparecerão em aplicativos de celulares e GPS portáteis

Março 12, 2009

GPS

Quando pega um celular ou um aparelho de navegação portátil e aciona a função GPS – que, além de posicioná-lo geograficamente, vai fornecer rotas para chegada ao destino final – um cidadão pode ter a impressão de que está lidando apenas com um software que tira partido de imagens geradas por satélites espalhados ao redor do planeta. Mal sabe ele que, por detrás de todos os mapas, pessoas de carne e osso foram responsáveis por registrar cada caminho. Ali, in loco, faça sol, faça chuva…

A captura e a digitalização de rotas, assim como o reconhecimento de todas as vias que compõem uma cidade, normalmente são feitas por cartógrafos e geógrafos que recebem a incumbência de dirigir pelas cidades em busca do registro visual das ruas, avenidas e pontos de interesse (os chamados POIs, famosos no mundo do GPS), tais como restaurantes, hotéis, postos de gasolina, órgãos públicos etc.

Para mostrar como funciona o trabalho em campo destes profissionais que constroem mapas digitais, a Navteq convidou a imprensa para um Ride & Drive, algo como “um percurso dirigido”, comandado por profissionais da empresa incumbidos de digitalizar as informações da cidade de Manaus, assim como já foi feito em milhares de outras cidades no mundo.

No Brasil, 1.259 cidades já foram “dirigidas” e têm mapas atualizados trimestralmente disponíveis em celulares e aparelhos GPS portáteis. Destas, 823 já estão presentes no aplicativo Nokia Mapas, cliente da Navteq, assim como outras concorrentes da própria Nokia.

Segundo Helder de Azevedo, diretor-geral da Navteq no Brasil (braço da empresa comprada pela Nokia em 2007), a cada dia cem milhões de pessoas usam um mapa Navteq de alguma forma – seja através do celular ou de navegadores GPS portáteis, mapas na internet ou por meio de sistemas empresariais e corporativos. Com a chegada dos smartphones, a empresa ganhou um leque muito maior de dispositivos para invadir e o interesse pela digitalização de uma quantidade infinitamente maior de cidades.

- Há muitos desafios, como as limitações das fontes de informação, a variação de qualidade destas e a necessidade, por conta disso, de um time de campo muito maior – diz Helder.

Hoje, a Navteq tem 196 escritórios espalhados por 36 países, com mais de quatro mil funcionários, sendo que 25% destes têm como função construir e manter mapas digitais, usando uma especificação global que permite que qualquer funcionário da empresa, em qualquer lugar do mundo, possa acessar o mapa e fazer atualizações e modificações.

O mapa digital começa a ser construído no momento em que a Navteq decide digitalizar uma cidade e faz contato com autoridades locais. Mais de 80 mil fontes de mapas já foram consultadas pela empresa, tais como registros em prefeituras, fotos geradas por satélites, mapas físicos e por aí vai. De posse das informações-base, é feita a coleta e verificação dos dados e consequente validação das informações. É aí que uma primeira versão do mapa é gerada e publicada.

É nesta versão que o time de campo fará as devidas modificações. De três em três meses, os técnicos saem a campo para verificar mudanças de trânsito, aparecimento de novas vias, variações nas mãos de ruas e avenidas e toda uma sorte de novas informações.

Só para se ter uma ideia do trabalho que dá, um mapa digital pode ter até 260 atributos, tais como sentidos de direção, faixas de rolagem, velocidade máxima, cruzamento em nível, numeração lado par e lado ímpar, presença de pontos de interesse etc.

- Ao contrário do vinho, que fica melhor com o tempo, um mapa só piora. Porque as cidades são criaturas vivas – diz Helder.

Além de serem vivas, as cidades têm peculiaridades que precisam ser observadas pelo time de campo. Helder cita o exemplo do Rio de Janeiro e a imensa quantidade de favelas. O desafio da empresa é não rotear o usuário até um local de alta periculosidade. O que fazer? Aqui, o conhecimento local é fundamental. A saída? Classificar, no mapa da cidade do Rio, as favelas como áreas de baixa mobilidade.

Desta forma, quando se aproxima de uma região dessas, o usuário recebe a orientação de contornar a área, ou seja, o GPS é capaz de recalcular o caminho de forma a tirar o usuário da rota perigosa. É claro que se o usuário definir a favela como ponto final, ou seja, se ele insere no GPS o destino “rua tal na favela tal”, o GPS oferecerá a rota, mas uma área perigosa nunca vai aparecer como meio para se chegar a um fim.

Os técnicos da Navteq contam com uma antena GPS instalada em cima do veículo, que fornece o mapa básico da cidade visitada e que terá seu mapa digitalizado. No colo, vai um notebook conectado ao GPS e um tablet da marca Wacon. O especialista usa a “canetinha” do tablet para inserir os atributos que vai, visualmente, encontrando pelo caminho. Um detalhe interessante: mesmo que se perca em alguma localidade, o técnico nunca vai pedir informações de transeuntes e usá-las para a definição de rotas – só informações públicas são reproduzidas no mapa digital.

Dentro do mapa básico, o técnico insere no tablet os pontos de interesse, cruzamentos, retornos, placas de velocidade, ruas transversais e quaisquer outras informações que possam ser relevantes para quem for usar o mapa. Outra precaução é o uso de uma câmera de vídeo, que grava todo o percurso. O objetivo, explica Danilo Kulaif, analista da Navteq e cartógrafo de formação, é manter um registro que possa ser consultado mais tarde em caso de dúvida – isso evita que o técnico precise pegar um avião para confirmar o dado.

Dentro do programa que roda no notebook, o técnico tem à disposição uma série de ícones, cada um representando um atributo que possa vir a afetar a navegação. Quanto maior a cidade, mais complexo será o trabalho, uma vez que os pontos de interesse são mais numerosos.

Dentro das cidades, há uma hierarquização – eixos maiores, por exemplo, são considerados mais importantes, e os técnicos chegam a dirigir várias vezes por eles até captar todas as informações. Já as ruas são classificadas em cinco categorias, sendo a cinco a menos importante e a um, a mais valiosa. O número de atributos, no entanto, será coletado da mesma forma em grandes avenidas ou ruas pequenas. Dentro das cidades ainda há áreas consideradas fechadas, como condomínios e zonas militares. Assim, o usuário nunca receberá uma rota que tenha esses locais como destinos. Ah sim: ruas que não tenham sinalização pública (como placas) não são inseridas, já que não se pode garantir suas direções.

- É preciso entender como funciona a rede viária da cidade e ao dirigir recriamos a classificação viária destas cidades. A lógica de campo é anotar tudo – diz Danilo.

Por fim, há de se deixar claro que o uso do GPS compreende três aplicações – o mapa, que é construído pela Navteq (e por outras empresas do mesmo segmento), o hardware (que pode ser celular ou aparelho GPS portátil) e a aplicação que roda nos dispositivos que chegarão às mãos dos usuários, como o Nokia Mapas.

- A gente cria as informações, mas é o programa (Nokia Mapas) que vai ler as informações para decidir o melhor caminho a ser indicado para o usuário – complementa Danilo.

Um técnico chega a passar sete horas por dia dirigindo por uma cidade como Manaus, cujo mapa digital, diz a Navteq, levará três semanas para ficar pronto.

Fonte: jornal oglobo


Nextel aposta no design

Dezembro 1, 2007

30_nextel.jpg Nova linha de aparelhos Motorola tem visual moderno e elegante,além de mais recursos
Aparelhos com design atraente, recursos multimídia, interface amigável, poder de processamento e fáceis de integrar ao computador. Atributos de celulares de ponta agora também são encontrados nos aparelhos Nextel / Motorola. Pelo menos na nova linha apresentada nesta sexta-feira em São Paulo. Os aparelhos usam uma nova plataforma, Phoenix, que inclui um novo sistema operacional com base em Linux.

Segundo o diretor de marketing Mario Carotti, a Nextel continua com foco no mercado corporativa, contudo, pesquisas com os clientes indicaram que entre os itens mais pedidos estavam “aparelhos mais atraentes”. Daí o investimento em mudar toda a linha de produtos. “Os clientes da Nextel também são pessoas que buscam experiências funcionais e estéticas”, explica Carotti.

O Motorola i290, o mais barato da linha, por exemplo, é fininho (13 milímetros de espessura e 84 gramas), metade do volume antecessor i265, e mesmo assim comporta antena interna. Vai custar R$ 436. Ele deu origem ao i335, com acabamento emborrachado desenvolvido no Brasil, para proteção contra choques, poeira umidade, segundo especificações do exército dos EUA.

O topo de linha é o i876, com display colorido, câmera de 1,3 megapixels, MP3 player, som estéreo, bluetooth, cartão de memória de 256MB e entrada mini-USB. Este vai custar R$ 1.431. Uma versão na cor branca e com temas femininos, i876w,também será lançada.

O poder de processamento 30% em relação aos chips anteriores da Motorola permitirá diversas customizações, assim como o desenvolvimento de novos aplicativos. Como, por exemplo, a busca inteligente de nomes, que permite localizar contatos digitando apenas algumas letras que formam o nome. Ou ainda o envio de cartões de visita completos, bastando apertar o botão.


Oi lança serviço de TV pelo celular sem cobrança por tráfego

Novembro 9, 2007

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 A Oi do Rio de janeiro anunciou nesta quinta-feira o lançamento do serviço de TV para telefone celular, o Oi TV Móvel, que terá nove canais e conteúdo produzido pelo usuário. No lançamento, o serviço será compatível com seis modelos da Nokia (N95, N73, E65, E50, E61i e 3250) e a cobrança não será por volume de dados, mas por assinatura de duas ou 24 horas, respectivamente por R$ 5,90 e R$9,90, diferente da vivo que cobra por tvolume de dados

“A próxima onda é a banda larga. Os usuários de TV a cabo são cerca de 5 milhões, mas podem chegar a 40 milhões. Na Europa, as teles entraram na distribuição de conteúdo, visamos esse mercado”, explica Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi. Segundo Falco, a Oi tem investido pesado em infra-estrutura.

O Oi TV Móvel começa a operar com os canais MTV, ESPN Brasil, Sexy Club, Play TV e Woohoo (de esportes radicais), além de Discovery Móvel, Cartoon Network e Band International (que incluí Band News, Band Sports e BandTV). O pacote traz ainda o canal Humanóides, com vídeos cômicos de cerca de 3 minutos. O canal é o primeiro do País com conteúdo audivisual específico para celulares, parceria da Oi com a produtora Raccord. O serviço não oferecerá transmissões ao vivo porque a lei não permite.

A transmissão dos canais é em formato streaming pela rede EDGE. O usuário, contudo, terá opção de baixar e compartilhar vídeos. “Juntamos duas coisas que o público brasileiro gosta: televisão e mobilidade”, diz o diretor de Novos Negócios da Oi, José Luis Volpini.

Como a Oi não subsidia os aparelhos ao consumidor, não há planos para baratear os aparelhos compatíveis com o Oi TV Móvel. Se o preço do serviço é atraente, ao cobrar por tempo de transmissão e não por tráfego de dados, o preço dos aparelhos pode assustar. No site da Oi, o N95 custa a partir de R$ 2 mil.

O aplicativo desenvolvido pela M1nd Labs, do Rio de Janeiro, é simples e funcional. No N95, o software usa as teclas de navegação do aparelho para quase todas as funções. Apenas a função de video sem som foge à regra, sendo acessada pela tecla zero. Os canais são identificados por ícones dispostos horizontalmente abaixo da tela de exibição, que pode ser ampliada e ocupar toda a área do visor. À direita, na vertical, fica a barra de volume.

IPTV em 2008
A estratégia da empresa para conteúdo de vídeo inclui ainda serviço de IPTV, TV a Cabo e TV na Web, todos agrupados sob a marca Oi TV. A TV a cabo da Oi será oferecido em quatro cidades de Minas Gerais (Belo Horizonte, Poços de Caldas, Barbacena e Uberlândia), graças à aquisição da operadora WayTV.

O serviço de IPTV começa no ano que vem. O sinal é transmitido pela Internet (protocolo IP) e é recebido na televisão do assinante, não no computador, depois de passar por um decodificador. Segundo Volpini, o decodificador deve ser subsidiado pela operadora. O serviço oferecerá conteúdo sob demanda como locação de filmes, programação de TV gravada e seviços de Internet, acessados pelo controle remoto. “Será um marco, uma quebra de paradigma porque a Oi vai atuar onde as operadoras não podiam atuar”, diz Falco.


Skype agora é móvel. Chamar seu mundo é de graça.

Outubro 30, 2007
Você não precisa mais de um computador para fazer chamadas gratuitas.
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Em vez disso, use o 3 Skypephone. É um telefone celular descolado que faz chamadas, envia mensagens de texto e tira fotografias como você espera – mas, não é só isso – você pode fazer chamadas e enviar mensagens instantâneas para seus amigos pelo Skype, de graça.
Caminhe e fale: Skype ao toque de um botão
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Use o Skype enquanto caminha para o trabalho, descansa no parque ou aguarda na fila para comprar ingressos para um jogo de futebol. Libere-se de seu computador com o 3 Skypephone. Basta pressionar o botão grande do Skype para começar a fazer chamadas e enviar mensagens gratuitas pelo Skype. Fácil.

Elegante, descolado, atraente
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Com 3G, câmera de 2 megapixels, mp3 player, TV e Internet, o 3 Skypephone o mantém ocupado mesmo quando você não tem mais o que falar. Além disso, é pequeno e atraente, e vem em preto ou branco, com detalhe em azul ou rosa.